Alceu Barbosa Velho: “Eu nunca disse que me afastaria da política, eu só não queria mais ser candidato a prefeito”

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Quando a política está no sangue, não tem tempo para pensar em deixar de lado. Uma retirada para recarregar as baterias, colocar as coisas pessoais nos trilhos e voltar à ativa.

Como o próprio Alceu Barbosa disse, “Eu nunca disse que me afastaria da política, eu só não queria mais ser candidato a prefeito”.

Pois é, Alceu Barbosa Velho está de volta à cena política e será candidato a deputado federal pelo PDT e Vinicius de Tomasi Ribeiro informa que mantém a sua candidatura para deputado estadual.

Mas esse assunto é para outra pauta, o fato é que Alceu Barbosa Velho, que foi o prefeito de Caxias do Sul por uma gestão (2012 – 2015) e teve uma boa aprovação por parte dos caxienses e que só não aceitou por convicções políticas que os nossos queridos leitores verão no desenrolar dessa matéria.

 

Sobre a candidatura

 

“Sou candidato natural, o PDT decidiu que sou pré-candidato, portanto posso dar entrevista, me posicionar sobre qualquer assunto relacionado às eleições deste ano, onde temos a chance de representar a nossa região em Brasília”.

 

Caminhos a seguir

 

“Usarei a minha experiência adquirida como vereador, vice-prefeito, deputado estadual e prefeito, quero renovar com essa bagagem e tenho um programa bem definido quanto ao caminho que devo seguir. Acredito que vivenciei muita coisa dentro da política nesses anos todos, aprendi e alguns caminhos a gente pode trilhar com segurança”.

 

Reeleição

 

“A principal crise do Congresso Nacional são os mandatos intermináveis dos deputados. Defenderei a tese do mandato de cinco anos para presidente e para deputado federal, estadual e vereadores para no máximo dois mandatos nos moldes que hoje temos.

Penso que o tempo demasiado no cargo dá margem a que se criem grandes gargalos, sujeitos da todo tipo de mazelas que estamos assistindo todos os dias pelos noticiosos aqui no Brasil e o que é pior, repercutindo negativamente a imagem do Brasil lá fora também. Isso tem que acabar”.

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Foro privilegiado

 

“A regra tem que ser a do Processo Penal, você responde onde cometeu o crime, salvo raras exceções, como o presidente da república, Senadores, governadores, presidentes do STF e Congresso. Não se pode mudar com o jogo em andamento, para isso teria que ser feito uma ampla reforma no que hoje está escrito e que deve ser cumprido à risca, sem prejuízo ou benefício desses ou daqueles”.

 

Fundo Partidário de Campanha

 

“Não quero um centavo, sou terminantemente contra todo tipo de facilidade, como vamos conceber isso num país que tem gente passando fome, onde falta saúde e praticamente saqueando os cofre públicos.

O que está errado são as pessoas fazerem disso uma maneira de se corromper. Não falo em cortar o financiamento, a doação de campanha, mas que não possamos e não precisamos nos corromper para isso, por aceitar. Não podemos ser hipócritas, aqui mesmo na cidade os empresários fazem doação de campanha, especialmente para os candidatos a prefeito, mas nem por isso ficamos devendo favores a eles, não é o toma lá, dá cá, é simplesmente uma praxe comumente usada em todas as eleições”.

 

Por que participar de cargos políticos

 

“Nunca parei de fazer política, não tenho cargo eletivo, não tenho salário de prefeito, tenho os meus vencimentos de advogado. Participamos da política para dar voz e vez à população sobre temas importantes e por uma condição de vida melhor a todas as pessoas. Não fui candidato a reeleição para a prefeitura porque não quis, mas agora quero ser candidato a deputado federal para defender todas as bandeiras que elenquei acima”.

 

Foto Laudir Dutra

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