Agentes da SMTTM tiram dúvidas sobre semáforos com estudantes da escola João de Zorzi

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Centenas de alunos da escola municipal de ensino fundamental João de Zorzi, no bairro Centenário, em Caxias do Sul, tiveram uma aula especial nesta quinta-feira (02/08). Agentes da Escola Pública de Trânsito (EPT) da Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMTTM) visitaram todas as turmas nos turnos da manhã e tarde da instituição e aproveitaram para tirar dúvidas dos estudantes sobre a utilização do semáforo para veículos e pedestres. O equipamento foi instalado nesta semana na avenida Dr. Mário Lopes, no principal acesso à escola. Além do conteúdo, os agentes levaram alunos de duas turmas para simularem uma travessia correta no local.

Com o auxílio de placas ilustrativas, os agentes Leonardo Hackbart, Sandra de Oliveira e Joelson Queiroz, acompanhados do estagiário Felipe Duarte, entraram nas salas de aula e explicaram aos jovens como funciona o equipamento de trânsito. Os fiscais falaram sobre a necessidade de acionar a botoeira para pausar o tráfego de veículos, ficar atento ao sinal verde da sinaleira e aguardar os carros pararem totalmente antes de iniciar a travessia. Também alertaram sobre a importância da preservação do equipamento, mostrando zelo com o investimento público. A botoeira instalada no local conta com orientações por voz, uma importante ferramenta para pessoas com deficiência.

Para a fiscal de trânsito Sandra, é fundamental que a escola também inclua a temática do trânsito em disciplinas. “Precisamos que os alunos entendam que o semáforo vai levar mais segurança na hora da travessia, sendo fundamental a utilização correta do equipamento. Muitas crianças já conhecem a função da botoeira, mas são nestes momentos que elas podem tirar dúvidas e saber mais”, destaca. Ela também cobrou que os estudantes das séries mais avançadas adotem comportamento seguro no trânsito, servindo de exemplo para os mais pequenos.

Uma das estudantes do 4º ano perguntou aos agentes por que não há botoeiras instaladas em todos os cruzamentos da cidade, principalmente na área central. O fiscal Leonardo respondeu que o equipamento funciona em vias onde há mais circulação de veículos do que de pedestres, necessitando que quem está a pé mostre ao semáforo por meio da botoeira que é hora de pausar o trânsito para a travessia. Em vias onde há movimentação frequente de pessoas, há tempos exclusivos para o pedestre, sem a necessidade de acionar um equipamento.

Outros estudantes queriam saber se, ao ficar pressionando várias vezes a botoeira, o semáforo para pedestres ficaria o tempo todo no verde. “É necessário apenas um toque no botão. Assim, quando completar o ciclo do semáforo de veículos, o equipamento entenderá que é necessário reservar 10 segundos para que seja feita a travessia. É um tempo suficiente para a segurança dos pedestres”, frisa a fiscal Sandra.

De acordo com o vice-diretor do turno da tarde, Gustavo Rubbo Siqueira, a presença dos agentes reforça aos estudantes que o assunto é sério e merece mais atenção. “Ter o fiscal na sala de aula também é importante, não somos nós, os professores, reforçando sobre o assunto. Muitos deles já haviam observado o equipamento, mas faltava uma explicação correta, sem que fiquem dúvidas”, afirma.

Foto Leonardo Portella

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