O que mais pensar, senão em poder!

Esta tese talvez muitos defendam em favor do seu ceticismo com relação às reais intenções dos candidatos a cargos públicos, especialmente aqueles que concorrem para a presidência da república, senão o que dizer de alguém, assim como os candidatos Henrique Meirelles (MDB) e João Amoedo (Novo) que possuem tudo o que o dinheiro pode comprar, que poderiam perfeitamente ficar, como dizem por aí ‘di boa’ em uma atividade que lhes desse prazer sem o peso da responsabilidade que o cargo exige.

O primeiro declara quase R$ 378 milhões em bens e o segundo R$ 425 milhões, num acinte contra a nossa vã filosofia de botequim que acredita no interesse deles pela população e seu bem estar.

Talvez, em se falando simplesmente em querer o bem, poderiam por exemplo criar ONGs e dar trabalho e fomentar a renda para milhões de pessoas que não têm ao menos o que comer, bastava talvez R$ 1 milhão cada um e já estariam fazendo muito mais que benesses, entrariam para a história.

Olha só o cenário, qualquer um dos dois poderia perfeitamente doar esse valor que nem faria cócega nos seus patrimônios e ainda por cima teriam a possibilidade de recuperar a médio e longo prazo esse capital ‘investido’.

Aqui só dou uma idéia ufanista e tresloucada de alguém que não tem nenhum tostão furado nos bolsos e que muitas vezes precisa correr muito atrás da máquina para se manter firme. Mas nem por isso deixo de sonhar com um mundo melhor para todos em detrimento do meu conforto ou segurança.

Mas ainda há de vir algo grandioso onde todos nós seremos iguais, sem meias verdades ou disparidades cruéis, onde uns aspiram muito mais do que simplesmente ‘trabalhar’ pelo povo e sim talvez o prosseguimento dos seus poderes enquanto capitalistas.

Do Editor.

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