Há transitoriedade nas relações

“Transitoriedade nas relações”: um movimento natural que se integra ao mundo contemporâneo. Nossa capacidade de adaptação frente a essa demanda implica em posicionamento firme diante dos desafios que a vida nos apresenta e, principalmente, diante de cada nova aquisição que fizemos.

O fato é que o mundo mudou numa velocidade tão grande (é o que vivemos e sentimos) que às vezes temos a sensação de ser quase impossível acompanhar todas essas mudanças. A mudança a qual me refiro diz respeito às competências e habilidades que ainda precisamos desenvolver para nos adaptar às exigências da modernidade, resultando na transitoriedade das relações. Ou seja: de que toda e qualquer relação, seja no trabalho ou na vida pessoal, poderá sofrer mudanças “inesperadas” em seu percurso ou alterações em suas bases contratuais, oportunizando novos caminhos ou novas possibilidades de relacionamento e convivência. Para nos adaptarmos ao ritmo das mudanças que ocorrem, muitas vezes sem estarmos preparados para elas, é preciso adotarmos uma nova postura:

* Renunciar às certezas do passado: tudo que considerávamos imutável, o que trazíamos (boa parte) em nossa bagagem existencial, pois tudo muda, nada é estático ou permanente.

* Abrir-se, contudo, para as novas possibilidades de relacionamento: significa enfrentar e aceitar a realidade e tudo que a acompanha. Aceitar, por exemplo, que em relacionamentos afetivos de longa duração, os “recasamentos” são inevitáveis e necessários para que novos acordos ou pactos sejam feitos pelo mesmo casal. A lógica é irrefutável: se evoluirmos, vamos desejar mudar a relação para que ela também evolua. Se o parceiro(a) muda, o outro também sofrerá os reflexos dessa mudança. E isso não é ruim. Aliás, revela o crescimento, a evolução do casal ao longo da relação conjugal.

* Parar de tentar eternizar as relações (ou idealizá-las): querer eternizar as relações pode nos levar a um estresse desnecessário, a um sofrimento produzido apenas por nós mesmos, porque nosso “ego” ou nossa vaidade não quer abrir mão dos ganhos secundários (da “segurança”, da “proteção”, do status social) ou não quer abrir mão das ilusões. Por muito medo do sofrimento, muitos casais arrastam relações fracassadas. Prolongam o sofrimento e atrasam seu próprio desenvolvimento.

Enfim, compreender que a transitoriedade pode estar também a serviço da nossa saúde mental se soubermos aprender com ela, pois serve de estímulo mantendo-nos ativos, dinâmicos, ágeis e saudáveis psiquicamente, pode ser uma saída bem interessante para que continuemos nossa caminhada rumo à evolução de nossa “espécie” (nos humanizando cada vez mais).

A diferença está em como lidamos ou administramos as mudanças. O importante é tentarmos extrair o que há de melhor em cada nova fase da nossa vida, em cada nova aquisição.

Aprender com os erros ou tropeços no caminho é essencial para nossa evolução. O importante mesmo é estarmos abertos para o novo, para o inesperado ou para o inevitável, mantendo o foco em nosso “Projeto de Vida”.

Não tenha medo da mudança! É ela quem conduzirá você à realização e à evolução.

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