Dois candidatos de Caxias conseguem vagas na AL. Na Câmara nenhum

Na foto o sorridente Neri O Carteiro e atrás, dois que postularam cadeiras, Arlindo Bandeira (Câmara) e Adiló Didomênico (Estadual). Foto Laudir Dutra

Na foto o sorridente Neri O Carteiro, que conquistou uma cadeira e vai para o seu primeiro mandato como deputado na Assembléia Legislativa a partir de janeiro de 2019, e atrás, dois que postularam cadeiras, Arlindo Bandeira (Câmara) e Adiló Didomênico (Estadual), mas que ficaram aquém da necessidade de voto. (Foto Laudir Dutra)

 

 

Não foi bom o resultado das urnas especialmente para Caxias do Sul, no que tange às cadeiras que almejavam representantes daqui para a Câmara dos Deputados. As expectativas que recaiam sobretudo em cima do candidato Mauro Pereira que elencou mais de R$ 58 milhões para a serra gaúcha, ficaram muito abaixo, sem o reconhecimento nas urnas, proporcionando uma diminuição de quase 50% nos votos que ele alcançou na última eleição, onde obteve mais de 40.503 mil votos, sem ao menos ter estado em Brasília, sem o trabalho todo e com praticamente sem ter realizado uma campanha de acordo com a sua vontade. Mauro alcançou apenas 23.623.

Outros candidatos fizeram votações que não lhes deram a condição de conquistar uma cadeira na Câmara, casos de Alceu Barbosa Velho, 40.489, Paula Ioris, 25005, Assis Melo, 21.328, Rodrigo Beltrão, 11.213, Antônio Feldmann com 5633, Wagner Petrini, 5616, Arlindo Bandeira, 4123 e Renato Nunes, 2772.

Para a Assembléia legislativa, dois atingiram o resultado necessário, Pepe Vargas 38.798 e Neri O Carteiro com 27.808 votos.

Outros também conquistaram boas votações, mas insuficientes, casos de Vinícius Ribeiro, 24.169 e Adiló Didomênico, 23.723, Edson da Rosa, 10.342, Denise Pessoa, 9129, Kiko Girardi, 6204.

Agora, eleições pra valer para presidente da República e Governador e dia 28 se decide tudo e saberemos se o Brasil vai de Bolsonaro ou Haddad. Aqui no Sul, Eduardo Leite disputa com o atual governador José Ivo Sartori, que tentará algo inédito no RS, o primeiro a ser reeleito para o cargo máximo da política estadual.

 

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