Bolsonaro toma posse e realiza foto oficial com seus ministros

Brasilia DF 01 01 2019 Michel Temer recebe o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, para cerimônia de transmissão da Faixa Presidencial.Valter Campanato/Ag Brasil

Michel Temer recebe o presidente Jair Bolsonaro no Palácio do Planalto, para cerimônia de transmissão da Faixa Presidencial. Foto Valter Campanato/Ag Brasil

Jair Bolsonaro (PSL) tomou posse ontem, 1º de janeiro de 2019, e tornou-se o 38º presidente da República do Brasil. A cerimônia de posse presidencial durou cinco horas, com discursos no Congresso Nacional e no Palácio do Planalto. Após desfilar por Brasília ao lado da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, ele e o vice-presidente, o general Hamilton Mourão, prestaram juramento à Constituição e assinaram o termo de posse diante de um plenário da Câmara dos Deputados lotado. Nos dois primeiros pronunciamentos como presidente,  Bolsonaro reforçou o discurso usado na campanha de combate ao “socialismo” e à “ideologia de gênero”: “Essa é nossa bandeira e jamais será vermelha. Só será vermelha se for preciso nosso sangue para mantê-la verde e amarela”, afirmou, diante de uma multidão que o assistiu recebendo a faixa presidencial de Michel Temer (PMDB). A última solenidade da posse foi a recepção dos chefes de Estado, políticos, líderes religiosos, empresários e outros convidados no Palácio do Itamaraty, à noite. Donald Trump não veio, mas fez questão de postar mensagem no Twitter em aceno ao novo ocupante do Planalto.

O presidente Jair Bolsonaro posa para foto oficial.

No dia da posse, Bolsonaro assinou seu primeiro decreto como presidente, fixando o valor do salário mínimo em 998 reais. O valor é abaixo do previsto no orçamento da União, de 1.006 reais, e que foi enviado em agosto do ano passado ao Congresso pelo Governo de Michel Temer. Também editou sua primeira Medida Provisória com a reformulação dos ministérios e suas atribuições. O texto inclui mudança radical na maneira de demarcação das terras indígenas (antes com a Funai) e de quilombolas, que ficarão sob a batuta do Ministério da Agricultura.

Foto Valter Campanato/Agência Brasil

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