Planejamento financeiro: a palavra de ouro para um intercâmbio feliz

Salão do Intercâmbio - planejamento financeiro - Crédito Carla Romagna

Salão do Intercâmbio – planejamento financeiro – Crédito Carla Romagna

 

Aprender um novo idioma, conviver com pessoas de outros países e culturas, buscar uma especialização ou apenas conhecer novos lugares. Cada vez mais brasileiros, de todas as idades, estão interessados em viver essa experiência. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio (Belta), somente em 2018, cerda de 365 mil estudantes brasileiros embarcaram para intercâmbio, o que representa aumento de 20,46% em relação a 2017, e uma movimentação de US$ 1,2 bilhão.

No entanto, para que a tão sonhada viagem não se transforme num pesadelo é preciso planejamento, principalmente o financeiro, com pelo menos seis meses a um ano de antecedência. “Olhar para o orçamento real do cliente é fundamental para definir o pacote do intercâmbio, pois é a partir dele que será definido quando e onde será a viagem. Para isso é preciso planejar”, afirma a diretora da World Study, Rafaela Vazquez.

Entre os principais gastos que devem ser considerados para um intercâmbio estão: passaporte (R$ 257,25), visto (em média US$ 160 o americano e CAD$ 150, o canadense), taxas escolares (matrícula e materiais didáticos, por exemplo), passagem, transporte, medicamentos, seguro viagem e saúde, acomodação, refeições/gorjeta, despesas pessoais, eventuais emergências, lazer/turismo e presentes.

Após estarem claros os principais gastos da viagem, o passo seguinte é a escolha do destino que caiba no bolso, ele pode variar conforme o local. Nem sempre fugir dos países mais badalados é sinônimo de economia, por exemplo, pois, muitas vezes, há mais opções de escolas, fazendo com que a oferta aumente e os valores baixem.

As ofertas de pacotes são para todos os bolsos, conforme duração e o tipo de programa escolhido. Um pacote para programa de Au Pair, nos Estados Unidos, que tem o melhor custo-benefício, pode custar a partir de R$ 3,8 mil para um ano. Um curso de inglês com duração de um mês no Canadá, incluindo acomodação e seguro de saúde, pode ser encontrado por R$ 7 mil. Um curso de inglês de seis meses na Austrália, com permissão de trabalho, fica na média de R$ 14 mil. Normalmente, os pacotes de intercâmbio podem ser parcelados em até dez vezes.

Cabe então a agência com todo know-how de mercado, orientar o destino mais adequado para o perfil de cada cliente, conforme enfatiza a diretora da agência Experimento Intercâmbio, Suzane Tonin. “A credibilidade e segurança oferecidas pelas agências com Selo Belta é o grande diferencial para uma viagem de intercâmbio bem-sucedida. A experiência e confiabilidade que essas empresas têm, foram adquiridas com anos de mercado”, conclui.

Dicas para economizar

 

– Contrate uma agência com credibilidade: o barato sai caro, portanto busque informações sobre a agência que você está contratando, como tempo de mercado, satisfação dos clientes e selo de qualidade Belta.

– Programe-se: quanto antes começar o planejamento, mais tempo você terá para organizar as finanças.

– Melhor período para viajar: prefira os meses de baixa temporada (março, abril, maio, setembro e outubro).

– Cidade pequena ou cidade grande: as grandes são as mais procuradas por turistas, portanto o custo acaba sendo maior. Nas cidades pequenas, existe a possibilidade de viver mais intensamente o intercâmbio.

– Acomodação: ficar em casa de família é a opção mais em conta, pois já inclui café da manhã e jantar, além de ser uma alternativa de imersão diária na cultura local.

– Câmbio: comprar aos poucos a moeda do país de destino, com os melhores preços e taxas.

– Levar dinheiro, cartão de crédito ou de débito cash passport: a agência indicará a opção mais adequada para cada cliente, avaliando as taxas, comodidade e segurança de cada alternativa.

– Passagens aéreas: quanto antes comprar, mais barato pagará os bilhetes. Algumas agências oferecem condições de descontos com companhias aéreas para estudantes entre 12 e 34 anos, matriculados em algum curso no exterior – pode ser faculdade, pós-graduação, especialização, extensão ou simplesmente um curso de férias ou de idiomas. A única exigência é que o curso tenha duração superior a duas semanas.

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