Direção do Serra Gaúcha Rugby Clube avalia situação atual e traça paralelo com o futuro

Serra Gaúcha Rugby Clube - Régis Costa
Sem atividades presenciais desde o mês de março, o Serra Gaúcha Rugby Clube segue se adaptando ao momento. No financeiro, o clube está se mantendo com o apoio dos atletas e de patrocinadores. Na parte física, os treinamentos passaram a ser de forma online, bem diferente de outros tempos. Mesmo com toda a situação delicada, o clube não deixa de sonhar e pensar em projetos futuros.
O presidente do Serra, Mauricio Paraboni, comenta sobre a responsabilidade de ocupar tal cargo dentro do clube. “É uma grande responsabilidade. Principalmente por tudo que os presidentes anteriores fizeram e me entregaram. Espero poder entregar um clube ainda melhor estruturado para a futura gestão”. Ele está no Serra desde o ano de 2014, e lembra que quando chegou ao clube já havia uma boa estruturação.
Paraboni ainda lembra que é difícil traçar um paralelo muito longo de como será o futuro da modalidade dentro da cidade e do país, mas, destaca a importância da dedicação dos envolvidos no clube. “É sempre difícil prever o que será do esporte a longo prazo. O Rugby como um todo ainda depende muito de auxílios governamentais o que torna tudo muito incerto com as mudanças a cada dois anos. Mas se depender da dedicação das pessoas envolvidas, a grande maioria de voluntários, e olhando para evolução dos últimos anos é de se acreditar que estaremos mais fortes e com maior destaque na cidade nos próximos anos. Estamos na elite do esporte nacional e temos um modelo de gestão que é exemplo”.
Outra pessoa envolvida diariamente nas atividades do Serra é Joilson Castagna dos Santos, diretor e representante dos atletas. Joilson é um dos responsáveis pelo canal de comunicação entre diretoria, treinadores e atletas. Ele faz um prognóstico positivo com base na modalidade dentro do Brasil. “Em âmbito nacional acredito que está se investindo um pouco mais, em cinco anos creio que não haverá um avanço muito significativo, mas em 10, acredito que o Brasil já estará incomodando na Copa do Mundo”.
Santos destaca que o Rugby é um esporte de união, não somente entre os atletas, mas, também, com as famílias deles, onde todos buscam se conhecer e criar um elo de amizade. Lembra ainda que o respeito faz parte das atividades diárias, um de seus princípios pessoais que combinam com a motivação de estar dentro do Serra.
É importante lembrar que o Serra Gaúcha Rugby Clube adquiriu em 2018 um terreno onde futuramente será construída uma instalação própria do clube. O Serra está cumprindo todas as medidas de distanciamento controlado, com isso, todos os treinamentos seguem de forma remota, sem nenhuma atividade de forma presencial.
Foto: Régis Costa
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