Primeira Feira Brasileira do Grafeno na UCS teve público de mais de 3 mil pessoas

Foto Claudia Velho

Foto Claudia Velho

Apresentando produtos, protótipos e oportunidades, evento impulsionou contatos e negócios, aproximando ainda mais do mercado um dos maiores recursos da atualidade em alta tecnologia. Ainda é possível visitar a Feira, agora virtualmente

Em sua primeira edição, a Feira Brasileira do Grafeno reuniu um público de mais de 3 mil visitantes interessados em conhecer as possibilidades e resultados no mercado do produto que é considerado um dos maiores recursos da atualidade para aplicações em alta tecnologia. Material que vem revolucionando a indústria mundial, um dos mais fortes e leves do mundo, e o mais fino que existe, o grafeno é 200 vezes mais resistente que o aço.

{Abertura do evento teve presença do presidente da República, Jair Bolsonaro}

De tecidos a peças técnicas e estruturais, como vergalhões, equipamentos de proteção, como capacetes, a utilidades domésticas, os investidores, empresários e potenciais desenvolvedores de novos negócios e empresas que passaram pela Instituição de 9 a 16 de julho puderam conhecer 17 expositores e projetos que materializam as parcerias da UCSGRAPHENE, planta de aplicação, caracterização e produção de grafeno da UCS. Para além de Caxias do Sul, o público de interessados alcançou também outros estados e países como a Argentina, os Emirados Árabes e os Estados Unidos.

Feira do Grafeno - Foto Claudia Velho

Feira do Grafeno – Foto Claudia Velho

“Foram potencializadas várias parcerias, que serão mensuradas após a feira e a partir do contato e da conversa com as empresas”, avaliam o coordenador da UCSGRAPHENE, professor Diego Piazza, e o responsável pela ZextecNano, Hugo Sousa, empresa parceira da UCS que atua em ações de produção e comercialização de grafeno e na intermediação de projetos de desenvolvimento de produtos. “A maior importância do evento é posicionar Caxias do Sul como referência na produção e desenvolvimento da tecnologia do grafeno e em soluções com o material”, pontuam, ressaltando o potencial de, para além da pesquisa, transformar o conhecimento em nota fiscal. Além da visibilidade, eles lembram que já houve convite para organizar nova edição da Feira no mês de outubro, em Brasília, junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, e contam que se pretende realizar, no próximo ano, a terceira edição em Caxias do Sul, entre outros eventos relacionados.

A realização foi da Fundação Universidade de Caxias do Sul, da Universidade de Caxias do Sul, da UCSGRAPHENE, da ZextecNano e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações.

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Não pôde participar? Conheça as empresas e soluções no tour virtual

As propriedades promissoras já são realidade em diferentes mercados – características como força, resistência e maleabilidade impulsionam novos projetos e negócios, e oportunizam resultados que passam pelo econômico alcançam o sustentável. Conheça a seguir mais algumas das soluções que foram apresentadas na Feira.

Se você não pôde visitar o evento, aproveite a oportunidade de participar do tour virtual disponibilizado neste link.

Foto Cláudia Velho

Foto Cláudia Velho

A empresa Sinalsul, de São Leopoldo, protagonista em design e desenvolvimento inovador de iluminação, sistemas elétricos e peças plásticas para montadoras da linha automotiva pesada, também adotou o grafeno em seus produtos. O material foi aplicado na base das lanternas de implementação rodoviária, tornando-as mais leves e resistentes para o impacto nas estradas — além de melhorar o acabamento das peças. O recurso à base de carbono também teve aplicação na carcaça dos produtos, deixando-as mais flexíveis e otimizando, inclusive, a produtividade das peças.

A caxiense RodOil, maior distribuidora regional de combustíveis do Sul do país, inseriu o grafeno no seu produto diesel e obteve uma redução significativa tanto no consumo dos veículos quanto na emissão de gases poluentes. A quantidade de CO e CO2 emitidos na hora do arranque reduziu em até 40%. Ademais, a presença do material no combustível também aumentou a lubrificação das peças internas e a potência dos automóveis, otimizando a durabilidade e a eficiência dos veículos.

 

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